A Liturgia, ao
recordar que foram confiados “à solicita guarda de São José, na aurora dos
novos tempos, os mistérios da salvação”, esclarece também que ele “foi
constituído por Deus chefe da sua família, para que, servo fiel e prudente,
guardasse com paterna solicitude o seu Filho unigênito”. O Papa Leão XIII
realça a sublimidade desta missão: “Ele entre todos, impõe-se pela sua sublime
dignidade, dado que, por disposição divina, foi guardião e, na opinião dos
homens, pai do Filho de Deus. Daí se
seguia, portanto, que o verbo de Deus fosse submisso a José, lhe obedecesse e
lhe prestasse aquela honra e aquela reverência, que os filhos devem aos
próprios pais”.
Exortação Apostólica Redemptoris custos (João Paulo II)